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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Bárbara Kruger

Bárbara Kruger entrou para história como a mulher que fudiu os conceitos entre arte e publicidade.
O sucesso dos seus trabalhos se deve, em parte, a utilização da linguage dos veículos da mídia, aplicando sobre eles sua assinatura: imagens em preto e branco e aforismos fortes em fontes bem específicas. Imitando, assim, o vocabulário da propaganda e subvertêndo seu conceito parar trazer à luz temas em torno da violência, saúde pública e discriminação racial e sexual.
O sucesso dos seus trabalhos se deve, em parte, a utilização da linguage dos veículos da mídia, aplicando sobre eles sua assinatura: imagens em preto e branco e aforismos fortes em fontes bem específicas. Imitando, assim, o vocabulário da propaganda e subvertêndo seu conceito parar trazer à luz temas em torno da violência, saúde pública e discriminação racial e sexual.
Kruger trabalha não somente com a criação de imagens (em muitos casos ela fotografa, grava, imprime), como também com a sua manipulação através da apropriação, da montagem /colagem e de sua re-semantização. Filiada ao legado de artistas conceituais que mantiveram uma postura crítica frente às instituições, Kruger herdou a atenção especial ao lugar, à comunicação e ao público e a crítica aos parâmetros estabelecidos de produção e recepção da arte. Seu foco, porém, é mais específico. Seu interesse é intervir nas linguagens e nas ideologias da vida cotidiana e no poder vigente nas representações sociais.


A minha preferida é concerteza uma foto dela  em técnica mista  na Galeria Mary Boone em Nova York  " toda violência é a ilustração de um estereótipo patético" 


(sem titulo) 


(compro, logo existo)

(You are not yorself - você não é você mesma)

(you destroy what you think is difference - você destrói o que você acha diferente)





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